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Carinho em forma de texto

Afeto…
Relação de carinho, simpatia, respeito e amizade.
Penso que ninguém consegue viver sem estabelecer este tipo de relação…
Sinto esta afetividade no sorriso logo pela manhã, no bom dia ao chegar à escola , no cuidado com a oração, na troca de olhares no corredor e na sala de aula, no bate-papo informal na hora do recreio, no ouvir em momentos de angústia, nas palavras de consolo e orientação para uma postura com valores e princípios.
Mas é afeto também quando, mesmo de longe, me importo com vocês: ” Como vocês estão? ” ” Como foi o dia?” ” Saudades de vocês! ” ” Estou ansiosa para reencontrá-los”.
Este é o meu mais singelo gesto de afeto:
Que vocês tenham, neste período, suas energias renovadas e que a busca pelo crescimento interior seja inesgotável.
Um beijo de até breve!!
Com carinho…
Leimar Ferreira
Orientadora Disciplinar

Saudade
O ser humano é um ser engraçado. Inspirador por si só. Quando está perto, quer distância. Quando está longe, sente uma vontade incontrolável de estar perto. E o que é essa tal de saudade e por que ela faz da gente um ser tão especial por senti-la? Para uma criança de cinco anos, saudade é aquilo que sentimos quando perdemos uma florzinha da árvore mais linda que voou, voou e nunca mais voltou. Para um adolescente, pode ser um momento inigualável vivido ao lado “daquela” pessoa, “naquela” hora, vendo “aquele” filme. Para um adulto, talvez seja de tudo que se perde ao longo da vida, dos amigos que te apoiaram, dos entes queridos, dos animais de estimação. Para mim, está mais para um lembrete de que tudo isso vai passar, de que logo nos reencontraremos e de que estamos fazendo de tudo para estar perto, o tempo todo! E para você, o que é saudade?
Texto escrito pela professora Rosena.

Ah, os contrários (ou dialéticas) da vida…
Como é interessante (re)pensar sobre as coisas, que parecem pequeninas inclusive, que por N motivos deixamos de valorizar no cotidiano da escola… Num momento (necessário) de distanciamento percebemos o quanto faz falta ganhar um abraço ao iniciar a manhã ou a tarde de estudos, o quanto faz falta dar a mão ao colega no momento de oração independentemente de comungarmos a mesma religião – o estender a mão e comungar a mesma fé são muito maiores – puxa, como é necessário perceber a singeleza e ao mesmo tempo a força da presença, do “estou aqui”! Assim como é fundamental revalorizarmos o “olho no olho”, o “você não entendeu? Tudo bem: te darei outro exemplo…”, os dedinhos levantados da criança para responder ao professor ou a voz firme do adolescente e do jovem para se posicionar.
Nesse distanciamento percebemos a importância do estar JUNTO, do aprender e crescer JUNTO, do olhar que percebe o outro como meu PRÓXIMO, do meu colega como um possível AMIGO e do meu professor como alguém com o qual TROCO conhecimento e CONSTRUO pontes de saber.
Não estamos fisicamente juntos agora para que logo mais, no reorganizar dos dias e como pessoas que se tornaram melhores, saibamos o quanto tudo isso faz DIFERENÇA – seja na escola, seja na vida.
Gilson Carvalho Jr. – Prof. Sociologia

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