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2º ano Ensino Médio – Grupo 2 – PODCASTS

CONFIRA A ANÁLISE DO GRUPO

Os 35 anos do Democracia brasileira contemporânea – das Diretas Já a 2020

https://drive.google.com/file/d/1D8d3C2Qsi-B0jb7pVY6V7R-mg3oJbfk_/view?usp=drivesdk

A sociedade brasileira, ao final da década de 1970, vivenciava o processo de reabertura política, mas ainda sob o controle dos militares que desejavam manter a ordem social. No entanto, a crescente onda de manifestações populares e o aumento da quantidade de opositores à ditadura fortaleceram o caminho para a democracia.

A ideia de democracia traz a oportunidade da participação popular nas decisões políticas relacionadas à cidadania de forma participativa ou indireta. A tarefa de implementar essa participação popular vem sendo construída no Brasil com movimentos sociais de reivindicações de questões relevantes para o País.

O movimento das Diretas Já, ou seja, do voto popular, surgiu em 1983, em um cenário de insatisfação diante dos abusos da antiga forma de governo e da grave crise econômica. O povo clamava por eleições presidenciais diretas onde se reconhecessem e garantissem o direito dos cidadãos e suas liberdades.

 Para a conquista da cidadania e da implantação da Democracia, a promulgação da Constituição de 1988, conhecida como Constituição Cidadã, foi de fundamental importância. Na Carta, diversos direitos sociais inéditos foram incorporados como questões referentes à cultura indígena e afro-brasileira, liberdade de imprensa, defesa do meio ambiente, da família e da saúde pública.

Dentro da construção do processo democrático brasileiro, em 1992, o movimento dos Caras Pintadas, através de mobilizações nas ruas, principalmente de estudantes, reivindicou o impeachment do primeiro presidente eleito pelo voto popular, Fernando Collor de Melo, devido à acusação de corrupção, à crise econômica e à insatisfação com os planos econômicos que lesaram a população.Portanto, ao analisarmos a trajetória da democracia no Brasil nesses 35 anos, verificamos que sua história é marcada por ações sociais participativas ainda incipientes. Apesar do envolvimento e mobilizações sociais, os canais de comunicação com os representantes nos poderes vêm perdendo força, sendo ignorados ou até destituídos. O debate público, plebiscitos, os controles sociais estão enfraquecidos. A falta de conhecimentos do povo sobre temas específicos e a dimensão do Brasil dificultam o ideal da democracia participativa. Os interesses particulares que os poderes têm representado dificultam o ideal da democracia representativa, o que nos coloca diante de impasses para concretizar o processo democrático.

Com o tema “Os 35 anos da Democracia Brasileira – de Diretas Já a 2020”, conseguimos perceber que durante todo esse tempo o governo popular do Brasil passou por inúmeros conflitos e etapas bastante intensas. Tudo começou com o golpe militar e em 1983/1984 começou as “Diretas Já” o qual foi um protesto popular a favor do voto direto para a eleição à presidência.

Depois das “Diretas Já”, o Brasil possuiu inúmeros presidentes, dos quais: Tancredo Neves que não chegou a assumir a presidência, por ter falecido antes e deixando o comando para o seu vice José Sarney. Após o governo de José, veio Fernando Collor de Mello, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula em 2003 e em 2010 a colocação da Dilma Rousseff como representante do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), contribuindo para a eleição da mesma no ano de 2011 mesmo sofrendo um impeachment tempo depois.

Em seguida, houve o mandado de Michel Temer em 2016 e em 2019 Jair Bolsonaro assumiu a presidência que corresponde ao atual governo brasileiro. Além disso, percebe-se uma relação desse assunto com a sociologia e com a história no instante em que cita a ideia de democracia como a oportunidade da participação popular nas decisões políticas relacionadas à cidadania de forma participativa ou indireta. E também, ao referir o fato de que democracia não se resumi apenas em política, mas também na conquista de direitos ao qual alguns possuem de maneira bem inferior a outros ou nem apresentam essas igualdades, como por exemplo, a educação e a saúde.

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